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Como implementar o monitoramento de riscos em empresas dos mais variados setores

SCROLL DOWN

Identificar e analisar possíveis ameaças à organização é premissa para as empresas que buscam evitar perdas financeiras, danos à imagem e implicações legais pela falta de compliance.

Processos de due dilligence e checagem no onboarding de clientes e na inclusão de novos colaboradores, parceiros e fornecedores, por exemplo, são algumas boas práticas. Porém, é com o monitoramento de riscos que a prevenção se torna mais completa e eficiente.

No artigo de hoje, entenda a importância do monitoramento de riscos contínuo e automatizado para empresas dos mais variados setores, além de saber como a tecnologia potencializa a eficiência e segurança para as análises.

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Como os principais setores lidam com a prevenção à fraude e PLDFT

Diferentes setores de mercado e portes de empresas lidam com problemas e legislações distintas, mas, de forma geral, todos os cuidados estão relacionados à prevenção de fraudes, à lavagem de dinheiro, ao financiamento ao terrorismo, ao trabalho escravo e outras ameaças semelhantes.

Veja alguns exemplos:

  • Instituições financeiras: a Circular 3.978 do Banco Central do Brasil (BACEN), dispõe sobre novos procedimentos de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo (PLD/FT); e a Lei n. 9613 obriga a informar ao COAF quais clientes são PEPs (pessoas politicamente expostas) ou apresentam algum comportamento suspeito de fraude, lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores.
  • Seguradoras e corretoras de seguro: além da Lei n. 9613, devem cumprir as regulamentações da Susep 344, que dispõe sobre a estrutura para controles internos específicos e avaliação de riscos, e a Susep 445, voltada à prevenção à lavagem de dinheiro, pessoas politicamente expostas (PEPs), regras sobre cadastros, monitoramento de operações e responsabilidades administrativas. Também precisam preencher o SIB (Sistema de Informações de Beneficiários), da ANS.
  • Empresas de vestuário e têxtil: grandes magazines de moda e demais varejistas precisam lidar com o social compliance, ligado a sustentabilidade em toda a cadeia produtiva. O conceito está balizado no país por normas e metodologias, como a Certificação ABVTEX, SMETA, ISO 45001, ISO 26000, SA8000. Além disso, a legislação brasileira para a cadeia de fornecimento também fala da responsabilidade solidária, que engloba, por exemplo, pagamento de tributos em casos de flagrantes de trabalho análogo ao escravo, danos ambientais e dumping social.

Mesmo que a sua empresa não esteja em nenhum dos setores citados acima, há grandes chances de você precisar cumprir legislações e normas parecidas. E mesmo que não tenha nenhum enquadramento legal, buscar um monitoramento de riscos contínuo e automatizado garante maior segurança para suas operações e confiabilidade do seu negócio junto aos clientes e ao mercado.

Como o monitoramento de riscos gera mais segurança ao compliance empresarial

Em uma gestão de compliance eficiente, as empresas conseguem entender em pouco tempo toda a teia de relações dos seus stakeholders, como, por exemplo, sócios e parentes.

Isso precisa acontecer desde a verificação inicial de identidade e seguir com o acompanhamento dos perfis de risco, sejam pessoas físicas ou jurídicas.

Para a identificação de possíveis fraudes e outras ameaças corporativas, um dos passos é fazer varreduras frequentes em um CPF ou CNPJ considerado crítico.

Exemplos de alerta podem ser, por exemplo, movimentações financeiras e alterações de padrão (de acordo com a política de compliance estabelecida), como mudança de CNAE ou acionamento judicial, que possam ocorrer durante o tempo de relacionamento daquela pessoa ou empresa com o seu negócio.

As análises devem ser proativas

Quando a empresa realiza processos de onboarding e due dilligence, o perfil da pessoa ou empresa é avaliado conforme seu grau de risco. Porém, a avaliação não pode parar por aí. Quando há algum indicativo negativo, é preciso acompanhar este perfil com uma maior periodicidade para evitar que a empresa seja exposta.

Portanto, o monitoramento de riscos deve ser sempre proativo, ou seja, contar com uma avaliação frequente do status, com varreduras constantes em pontos que a empresa considera crítico, como movimentação financeira, listas internacionais, processo judiciais etc.

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Tecnologia para ter eficiência

É preciso contar com uma estrutura que permita agrupar as fontes e realizar pesquisas contínuas com o maior grau de atualização possível para, desta forma, dar vazão ao volume de informações a serem analisadas.

Dados de fontes externas como de órgãos reguladores (e todas as suas normas, circulares e portarias), Receita Federal, Juntas Comerciais, Tribunais e Fóruns, Banco Central, IBAMA, CNEP, Portais de Transparência dos Governos, listas restritivas nacionais e listas restritivas internacionais (Lista Francesa, Offshore Leaks, OFAC entre outras) e até de registros de mídia negativa devem ser acompanhados.

Neste aspecto, tecnologias como a de Big Data Analytics e machine learning permitem automatizar e ganhar inteligência.

Como a automação inteligente facilita o monitoramento de riscos

A mitigação de riscos, iniciada no onboarding, pode ser realizada de forma inteligente e automatizada com soluções de mercado, como o Neoway Seeker, que gera ganho de eficiência uma vez que o motor de decisão reduz erros humanos e dá maior velocidade na realização de diligências. 

Além disso, para que o ongoing seja seguro de riscos e fraudes, vale lembrar que quanto mais rápida e atualizada forem as análises para o monitoramento de riscos, maiores são as chances de identificar previamente e se prevenir contra irregularidades.

Com sistemas completos, embasados em Inteligência Artificial, é possível que todas as informações e fontes pertinentes ao mercado de atuação da sua empresa possam ser analisadas e verificadas constantemente, de acordo com as normas e políticas de compliance estabelecidas. Além disso, tudo é automatizado, e pode-se até receber alertas sempre que forem detectadas ações suspeitas ou fora do comum nos perfis de risco.

Para entender na prática, confira nosso case de sucesso com a RD Saúde (dona das marcas Drogasil, Droga Raia, Nutrigood, Needs e Stix) e veja como a tecnologia de automação e a análise de dados estão transformando o processo de onboarding de fornecedores da empresa:

Agora que você já entende a importância do monitoramento de riscos contínuo e automatizado, fale com um de nossos especialistas, solicite um teste gratuito e conheça as soluções de Prevenção de Perdas da Neoway.

Por 

Neoway

A Neoway é a maior empresa da América Latina de Big Data Analytics e Inteligência Artificial para negócios. Fundada em 2002, em Florianópolis, lançou a sua plataforma SaaS em 2012, e, hoje, está presente em todo o Brasil.

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