Índice
- O que é antifraude para ecommerce?
- Quais os tipos de fraudes no e-commerce?
- Tipos de fraudes mais comuns na Black Friday
- 5 vantagens de um sistema antifraude para ecommerce
O comércio eletrônico se firma, cada vez mais, como um dos mais populares meios de compra e venda entre os consumidores.
Segundo a Forbes (2023), em 2026, estima-se que 24% das compras globais sejam realizadas online, acumulando um mercado que ultrapassa os US$ 8 trilhões.
Mas, se por um lado o setor movimenta a economia, gera negócios e traz praticidade aos clientes, por outro aumenta os riscos de fraudes. Por isso, dia após dia, popularizam-se os sistemas antifraude para ecommerce.
Se você quer saber mais sobre esse tipo de tecnologia, continue a leitura. Neste artigo, descubra o que é um antifraude para e-commerce, os principais golpes aplicados e outras informações relevantes.
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O que é antifraude para ecommerce?
Antifraude para e-commerce é um tipo de sistema tecnológico que tem como objetivo identificar e prevenir ações fraudulentas em lojas virtuais. Esse instrumento tem como principal função proteger clientes, empresas e instituições financeiras.
Em outras palavras, se refere às práticas voltadas à mitigação de riscos de golpes no varejo e vazamento de dados pessoais, vital para programas de conformidade e credibilidade de uma marca no ambiente digital.
No setor de comércio eletrônico, é comum que os antifraudes avaliem os pedidos dos clientes, realizando uma checagem automática para identificação e bloqueio de solicitações suspeitas. Isso ocorre por meio de uma série de critérios avaliados e detecção de anomalias, como geolocalização, IP, técnicas de confirmação de identidade e senhas.
Muitos desses detectores possuem tecnologias de inteligência artificial e aprendizado de máquina. Nesses modelos, há a análise preventiva, que cancela transações com padrões de golpe, além do desenvolvimento de práticas de proteção que se retroalimentam para aperfeiçoamento do sistema.
Quais os tipos de fraudes no e-commerce?
Tanto clientes quanto vendedores estão sujeitos a fraudes no e-commerce. Ou seja, os sistemas antifraude protegem não apenas a loja contra danos financeiros, mas também os consumidores e seus dados.
Alguns dos tipos de golpes mais comuns no setor são:
- Conta falsa: uma compra é realizada com dados de terceiros ou informações enganosas.
- Golpe do PIX: o comprador é levado a fazer um pagamento via Pix para a conta do fraudador por meio de QR Code falso.
- Clonagem de cartão: uma compra é realizada por meio de um cartão com dados pessoais roubados.
- Engenharia social: o fraudador se passa por um representante de loja, instituição bancária ou outro tipo de falsidade ideológica para convencer um cliente a realizar uma transferência.
- Reembolso ilícito: o fraudador solicita o reembolso ou estorno para compras não realizadas.
- Devolução programada: o fraudador realiza uma compra com a intenção de devolver posteriormente um item diferente do adquirido.
- Fraude amigável: um conhecido ou parente do titular realiza uma compra com o cartão de outra pessoa que, ao identificar a compra, pede o cancelamento e gera prejuízo para a loja.
- Autofraude: o próprio cliente age de má-fé ao alegar o não recebimento do produto.
Em pequenos e-commerces, é comum que os processos antifraude sejam realizados manualmente. Contudo, em dado ponto, torna-se impossível realizar a inspeção por conta própria.
É aí que entram os sistemas antifraude, tecnologias que identificam e bloqueiam automaticamente essas tentativas de golpe.
Tipos de fraudes mais comuns na Black Friday
Nenhuma ocasião é tão importante para o comércio varejista eletrônico quanto a Black Friday. Nesse período, há um crescimento substancial no volume de compras realizadas na internet.
Contudo, também crescem as tentativas de fraude. Emergem, inclusive, novos golpes a cada ano. Infelizmente, ocorrem também ataques para esgotamento de estoque, negação de serviço (DDoS) e sobrecarga de sistemas de automação, aproveitando-se de brechas para prejudicar os lojistas.
Além disso, surgem diversas promoções que oferecem desconto para pagamentos via Pix e também, como consequência, muitas tentativas de golpes. Por essa razão, é ligado um alerta para instituições financeiras, que podem aderir soluções como o Antifraude Pix.
Por essa razão, o comércio eletrônico se prepara para a data com antecedência, planejando novos processos de mitigação de riscos e atualizando os modelos de antifraude para as tecnologias mais avançadas.
- Spoofing: golpistas enviam mensagens massivas em nome de uma instituição com promoções falsas.
- Site falso: são criados sites idênticos aos originais, mas com mudanças sutis na URL para roubo de dados dos usuários.
- Chargeback ilegal: clientes realizam uma compra legítima e recebem os produtos, mas alegam o não recebimento dos itens.
- Cupons falsos: fraudadores criam cupons e códigos de desconto que prejudicam os lojistas.
- DDoS: iniciativas maliciosas sobrecarregam os servidores do site, levando o site a ficar fora do ar. Nesta data, isso pode representar danos graves à receita da loja.
- Sniping: programas automatizados encontram ofertas relâmpago e realizam a compra para depois revendê-los por um preço mais alto.
5 vantagens de um sistema antifraude para ecommerce
A implementação de um sistema antifraude para e-commerce gera uma série de benefícios. A seguir, conheça alguns dos principais.
1. Cumprimento de regulamentações
O segmento do comércio eletrônico é um dos que estão sob vigilância constante dos órgãos reguladores, incluindo a Lei Geral de Proteção de Dados. Antifraudes auxiliam no cumprimento das normas para que a empresa atue em conformidade com a lei.
2. Prevenção de riscos
Existem muitos riscos envolvidos nas transações realizadas no ambiente virtual. As ações preventivas e sistemas antifraude são capazes de reduzi-los, tanto em questões financeiras quanto jurídicas, reputacionais e fiscais.

3. Redução de prejuízo
Ao evitar transações fraudulentas, minimiza-se as perdas financeiras oriundas de práticas ilegais ou chargebacks. Além disso, ocorre a aceleração operacional do negócio, aumentando sua capacidade produtiva.
4. Ganho reputacional
As quedas nos números de fraudes também trazem credibilidade à companhia. Como consequência, há um aumento na confiança dos clientes, parceiros, fornecedores, instituições de concessão de crédito, órgãos governamentais e outros stakeholders.
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