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Aplicações da tecnologia para gestão de riscos corporativos

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"Previsões de conduta, prevenção de fraudes, concessão de crédito ou recuperação de ativos: use Big Data Analytics para análises precisas e seguras na gestão de riscos corporativos."

A tecnologia permite que as empresas incorporem procedimentos mais robustos e tenham uma visão preditiva para a gestão de riscos corporativos, prevenindo-se de fraudes e outros tipos de ameaças que podem comprometer sua imagem e/ou finanças.

O uso do Big Data Analytics vêm revolucionando a gestão de riscos corporativos, visto que ajuda a reduzir custos com equipes e outros insumos, ao mesmo tempo que dá precisão e agilidade às análises. Isso porque, com apenas um sistema, pode-se unificar as fontes de pesquisa e ter dados sempre atualizados de órgãos reguladores de cada setor (e todas as suas normas, circulares e portarias) e de outras entidades públicas, para, por exemplo, fazer previsões de conduta e ter uma solução mais efetiva para prevenção de atividades suspeitas ou fraudulentas, conceder crédito ou recuperar ativos.

Neste artigo, vamos nos aprofundar mais sobre as principais aplicações do Big Data Analytics na gestão de riscos corporativos. Continue a leitura e saiba quais são elas e como usá-las para proteger o seu negócio.

Big Data Analytics otimiza o gerenciamento de riscos corporativos

Entre as inúmeras possibilidades e benefícios das ferramentas de Big Data Analytics na gestão de risco, podemos destacar:

  • Identificação de fraudes;
  • Prevenção à lavagem de dinheiro e evasão de divisas;
  • Gestão da carta de crédito;
  • Simulações para concessão de crédito;
  • Recuperação de ativos (extrajudicial ou já judicializados);
  • Precificação da carteira;
  • Medição de graus de inadimplência;
  • Avaliação do risco operacional.

Como a tecnologia atua?

Para a concessão de crédito, pode-se analisar se há ameaças de não pagamento das dívidas, ou seja, se o perfil avaliado representa de um ‘bom’ pagador ou se de alguma forma pode vir a ser inadimplente, ou se há valores que possam sanar a despesa adquirida.

Pode-se conhecer a lista de bens e ativos tangíveis (veículos, imóveis, aeronaves) e intangíveis (marcas, patentes, softwares), por exemplo. Isso porque quanto mais informações de qualidade se tem a respeito de um possível cliente, maior a chance de se validar um empréstimo bem sucedido.

Empresas de recuperação de crédito também podem utilizar a ferramenta para definir o perfil do devedor, os meios que ele tem para pagar a dívida – também ter listas com bens e ativos tangíveis e intangíveis, incluindo a relação de Processos Judiciais ligados a cada um – e até buscar seus contatos e endereços atuais.

Outras facilidades são a precificação e a segmentação da carteira, para facilitar a definição de objetivos na hora da cobrança. Assim, pode-se entender quais perfis devem ser contatados primeiro, pois possuem recursos e mais formas de pagamento dos valores.

No caso de recuperação já ajuizada, o levantamento de informações sobre o devedor também pode ser de prova processual, já que são dados vindos de fontes públicas e confiáveis. Já nas diligências de questões trabalhistas (ou outras semelhantes), ajuda a encontrar bens e/ou relações societárias para pagamentos do montante estabelecido em juízo.

Já em relação a avaliação de riscos organizacionais, mais ligados ao compliance corporativo e a prevenção à lavagem de dinheiro, com as ferramentas de Big Data Analytics, é possível analisar e validar dados de novos clientes, parceiros e sócios, fornecedores e funcionários, nas mais diferentes operações. Assim se torna mais fácil identificar com antecedência padrões de desvio de conduta e a recorrência das ações para garantir que a ocorrência é mesmo fraudulenta.

Pode-se, por exemplo, rastrear uma empresa e/ou uma pessoa física e entender como estão posicionadas no mercado em diferentes perspectivas – cadastral, societária, fiscal e tributária, judicial e extrajudicial, trabalhista, política (PEP), socioambiental, entre outras – além de seus possíveis relacionamentos empregatícios, societários e familiares.

E vale destacar um ponto bastante positivo da tecnologia: a sua capacidade de economia de recursos, na medida em que consegue otimizar o gerenciamento de riscos. Ou seja, mesmo com um time de analistas mais enxuto (sejam Auditores, Risk Managers, Compliance Officers, Chief Information Officers ou Chief Security Officers), consegue-se diminuir consideravelmente o potencial das ameaças e em um tempo muito menor.

Portanto, as empresas que investirem em um processo otimizado e seguro, com análises mais profundas de uma infinidade de fontes e informações disponíveis, como os realizados por meio de plataformas de Big Data Analytics, irão mais facilmente evitar prejuízos financeiros e de imagem, estando um passo à frente da concorrência.

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