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Data driven: veja 4 benefícios de aplicar na sua empresa

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Entenda o conceito de data driven, como funciona, os motivos para investir, as empresas que já aplicam e dicas de leitura para entender mais sobre o assunto

Dados são cada vez mais importantes no mercado atual e se tornaram peça-chave para orientar a tomada de decisão e o planejamento estratégico de empresas de todos os segmentos. No entanto, para transformar essas informações em conhecimento e vantagens competitivas, é preciso que as organizações se tornem data driven.

Neste post, entenda o conceito de data driven, como funciona a estratégia, sua importância, os motivos para investir, as empresas que já aplicam e dicas de leitura para entender mais sobre o assunto. Acompanhe!

Afinal, o que é Data Driven?

Data Driven se refere a processos organizacionais orientados a dados, ou seja, quando a empresa baseia a tomada de decisão e o planejamento estratégico na coleta e na análise de informações – e não em intuições ou simples experiências.

Não é, portanto, apenas uma ferramenta, mas uma metodologia que permite às organizações terem uma ideia mais precisa do seu negócio, conferindo a elas uma maior capacidade de aproveitamento de oportunidades e de antecipação de tendências e problemas.

Para isso, as ferramentas utilizadas em empresas data driven coletam dados de diversas fontes, tanto internas quanto externas. Elas cruzam informações de modo a oferecer um panorama mais claro do mercado – clientes, produtos, concorrentes, fornecedores e conjuntura – e da própria organização para que os gestores possam agir.

Como surgiu?

O Data Driven surgiu como extensão da ciência de dados, campo do conhecimento que utiliza métodos científicos e algoritmos para transformar dados – estruturados e não estruturados – em conhecimento.

Atualmente, no ambiente corporativo, isso é feito por meio de ferramentas como Big Data, Inteligência Artificial e Machine Learning, para obter insights a partir da coleta, cruzamento e interpretação de dados do mercado. 

O objetivo não é outro senão aumentar a competitividade da organização e promover melhores resultados.

Entenda como funciona a cultura Data Driven: veja a estruturação

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Uma das diferenças fundamentais entre empresas data driven e organizações tradicionais é o uso dos dados de forma integrada em seus processos e operações. 

Isso significa que as informações não ficam armazenadas em computadores individuais, mas são colocadas em um sistema centralizado – geralmente em nuvem, para que todos dentro da empresa tenham acesso a qualquer instante.

Dessa forma, os resultados dependem menos da produtividade individual de cada colaborador e passam a se basear na inteligência coletiva, o que garante  mais agilidade à rotina empresarial.

Pessoas

É fundamental que existam profissionais dentro da empresa que sejam especializados no assunto e consigam fazer essas transformações acontecer. 

Um dos mais importantes é o Chief Data Officer (CDO), peça-chave para liderar as mudanças organizacionais em direção a um mindset data driven. 

Mas apenas líderes não bastam. Junto ao CDO, deve haver profissionais capacitados para lidar com a nova realidade orientada a dados, como cientistas de dados.

Dados

Como vimos, dados são o alicerce sobre o qual se constrói uma empresa data driven. Para que essa metodologia funcione, porém, é necessário contar com dados que estejam organizados, acessíveis e integrados. 

Isso é que vai permitir que as ferramentas e os profissionais que vão lidar com essas informações consigam extrair o máximo de cada dado coletado.

Tecnologia

Conforme a empresa amadurece em relação ao data driven, a tecnologia, na forma de soluções robustas e eficientes, ganha mais importância para sustentar essa transformação organizacional.

Contar com as ferramentas eficientes  vai trazer impactos positivos para todas as áreas envolvidas, desde os processos diários de análise até a governança dessas informações. 

E tudo isso é crucial para a sustentabilidade do negócio a longo prazo.

Autonomia

Criar uma estratégia data driven também passa por dar mais poder aos colaboradores, permitindo que suas decisões sejam sustentadas pelos dados. 

Assim, do “chão de fábrica” às estratégias de marketing, cada time precisa de ferramentas customizadas para as suas necessidades e que possibilitem o acesso aos dados de maneira ágil, simplificada e que faça sentido para cada equipe.

Nesse sentido, as funcionalidades da solução adotada vão desempenhar um importante papel, disponibilizando recursos como automação e inteligência, e fornecendo facilidades como a visualização por dashboards e a geração de gráficos.

Leia mais: Gestão da inovação: benefícios e como implementar

Tomada de decisão estratégica: qual é a importância?

Talvez a principal dificuldade na implementação de uma cultura data driven por parte dos gestores seja justamente entender a sua importância para a empresa. 

Muitos líderes ainda acreditam que a tomada de decisão estratégica, com base em dados concretos, não faz tanta diferença nos resultados e não é tão importante quanto outros fatores mais subjetivos.

A grande questão, no entanto, é que o mercado vem se tornando cada vez mais competitivo. 

E não apenas pela entrada de novos players, mas pelo aprimoramento dos processos de quem já está em cena e busca consolidar-se ainda mais. 

A isso devemos somar as mudanças que a transformação digital causou no comportamento e nas exigências dos consumidores.

Assim, contar com dados concretos e confiáveis já não pode mais ser encarado como um diferencial competitivo, e sim como um processo vital para a atuação  e sobrevivência das empresas no mercado.

Afinal, são essas informações que vão dar mais clareza na hora de tomar decisões importantes e orientar ações como reduzir custos, otimizar a produtividade e desenvolver novos produtos; tudo de forma alinhada com as necessidades do público e os objetivos da organização.

Quando uma empresa passa a tomar decisões com base em dados, e não mais em intuições e achismos, a ocorrência de erros e equívocos diminui, o que reflete em menos custos, otimização de  tempo e melhores resultados.

Leia mais: Inteligência Comercial: Como ela pode auxiliar os negócios?

Data driven X Analytics driven: qual é a diferença?

Embora ambos os conceitos derivem da ciência de dados, existem algumas diferenças fundamentais. 

Como vimos, o processo data driven possui uma abordagem mais quantitativa, uma vez que se baseia em números e modelos preditivos. 

Por sua vez, o analytics driven também considera o aspecto qualitativo, estabelecendo padrões e correlações entre os dados.

De fato, pode-se afirmar que o analytics driven vai além da análise de dados, interpretando também o contexto e outras variáveis ligadas a essas informações que podem impactar nos resultados.

Nas empresas, data driven e analytics driven devem caminhar juntos, pois são complementares e se interrelacionam. 

Combinados, os dois processos trazem mais profundidade para a análise, permitindo à companhia evoluir em sua capacidade analítica e encontrar respostas mais precisas.

Como aplicar Data Driven na minha empresa?

Aprenda a interpretar os dados

Quando o data driven não é implementado da maneira adequada, um dos problemas que podem surgir é a subutilização dos dados. 

Ao não contar com profissionais capacitados, a empresa pode se ver com uma grande quantidade de informações em mãos, mas sem saber usá-las de forma estratégica. 

Informação e capacitação são as armas para combater esse risco e fornecer à organização a capacidade de extrair insights estratégicos das informações coletadas.

Nesse sentido, é preciso separar os dados errados ou irrelevantes daqueles que merecem atenção e saber interpretar seu conteúdo. 

É a partir dessa interpretação que é possível extrair soluções que nem mesmo as ferramentas conseguem oferecer.

Faça transformações na sua cultura

A implementação do data driven passa diretamente pela construção de uma cultura organizacional orientada a dados. 

Ainda existem muitos gestores que priorizam suas experiências e opiniões em detrimento dos dados, e isso é um erro. 

A análise dessas informações consegue extrair muito mais conteúdo em um único dia do que uma pessoa em toda sua vida.

Sendo assim, para que o data driven seja implementado com sucesso, é preciso que todos os colaboradores e líderes sejam devidamente capacitados não apenas para extrair o máximo de insights das ferramentas, mas para compreender o valor desses dados e como aplicá-los na sua rotina.

Utilize boas soluções

Como comentamos, a tecnologia é um dos pilares para a implementação do data driven em uma empresa. 

Afinal, são as ferramentas tecnológicas que farão a coleta, armazenamento e cruzamento dos dados para gerar relatórios e fornecer insights. 

Portanto, é imprescindível que, juntamente com transformações culturais, a empresa passe por uma revolução digital.

A escolha da solução que vai permear o dia a dia da empresa deve ser feita com base nas necessidades de cada setor e na sua capacidade de coletar e analisar informações. 

Tecnologias como Big Data e Inteligência Artificial são a base para que uma ferramenta consiga analisar grandes volumes de dados e gerar relatórios relevantes para a empresa.

4 motivos para investir em uma solução Data Driven motivos para investir em uma solucao Data Driven

Decisões mais confiáveis

Ao extrair dados reais e concretos do mercado, a empresa conta com informações confiáveis para embasar a tomada de decisão com mais segurança e muito menos exposição a riscos.

Maior capacidade de predição

Ao analisar grandes quantidades de dados e cruzá-los, métodos data driven permitem reconhecer padrões e identificar tendências. 

E isso fornece à empresa mais precisão para se antecipar aos movimentos do mercado ou para se preparar para possíveis adversidades. 

Essa capacidade de predição ajuda a melhorar o planejamento estratégico, direcionando ações e reduzindo custos.

Leia mais: Análise preditiva: saiba o que você precisa para começar

Mais autonomia para os colaboradores

Um dos maiores problemas enfrentados por empresas que ainda não são data driven é a falta de autonomia dos colaboradores. 

Como não há informações disponíveis, compartilhadas e integradas entre todos, a tendência é que eles se tornem mais dependentes do gestor e esses, dos seus superiores – e isso torna os processos muito mais burocráticos e morosos.

Já em empresas com uma cultura data driven, os colaboradores têm mais autonomia para realizar suas atividades, otimizando a produtividade, ganhando tempo e tomando decisões mais acertadas, uma vez que se baseiam em dados confiáveis.

Mais facilidade para determinar o ROI

Ao ter mais controle sobre os processos e conseguir antever os rumos do mercado, as empresas data driven têm muito mais facilidade para calcular seu Retorno Sobre Investimento (ROI).

Muitas organizações não conseguem estipular essa métrica com precisão simplesmente em função da falta de informações. 

Por outro lado, empresas que possuem uma cultura orientada a dados têm certeza de quanto cada ação executada lucrou ou deixou de lucrar. 

E isso é fundamental para direcionar investimentos e reduzir desperdícios.

Escute o podcast : Marketing guiado por dados é estratégico e valioso

As empresas estão mesmo aplicando o conceito Data Driven?

Muitas empresas conhecidas já contam com processos, técnicas e ferramentas data driven para melhorar suas análises e potencializar o desempenho dos seus negócios. 

Nessas organizações, análises confiáveis estão sendo realizadas a partir de diagnóstico e mapeamento de dados não só de clientes, mas também da concorrência e de eventuais parceiros.

A Telefônica, maior empresa de Telecom do país e detentora da marca Vivo, utilizou a inteligência de dados para melhor organizar sua equipe de vendas, prospectar, qualificar e segmentar clientes no mercado B2B, que corresponde a 25% do faturamento da Vivo e a 30% do seu market share.

Outra empresa totalmente data driven é a Stone Pagamentos, que usa dados estratégicos em três frentes: para contratar colaboradores alinhados à sua identidade, segmentar mercado e expandir negócios, além de atender os seus clientes.

Leia mais: Empresa Data Driven: como a Stone Pagamentos usa dados estratégicos

3 livros para você aprender mais sobre Data Driven

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Creating a Data Driven Organization, de Carl Anderson

O livro mostra como a orientação a dados demanda processos estruturados e requer das empresas e das suas equipes um comprometimento real para sua implementação. 

O autor traz exemplos e entrevistas feitas com líderes de organizações e cientistas de dados em diversos nichos de mercado, além de ensinar o conceito de cadeia de valor analítico, que permite a adoção e criação de modelos preditivos.

Data Smart: using Data Science to transform information into insight, de John W. Foreman

O autor aborda a nova realidade do mercado a partir da análise de dados, mostrando que, mesmo que pareçam sem sentido, todas as informações coletadas podem ser transformadas em conhecimento para orientar decisões inteligentes. 

O livro traz, ainda, uma reflexão sobre como aprender as técnicas analíticas por trás do Big Data, ensinando o leitor a acompanhar e analisar os dados do seu negócio.

The Chief Data Officer’s Playbook, de Caroline Carruthers e Peter Jackson

A obra aborda a função do CDO e sua importância dentro das empresas data driven atuais. 

Os autores reúnem diferentes pontos de vistas e experiências de profissionais da área, construindo um guia para quem deseja entender melhor o cenário atual e o futuro do Chief Data Officer, além de discutir os motivos pelos quais as empresas devem incluir essa figura em seu organograma.

Como a Neoway pode ajudar sua empresa a se tornar  Data Driven?

A Neoway conta com uma plataforma completa com uma série de aplicações  que auxiliam empresas de todos os portes e setores a transformar dados em conhecimento para ganhar mais e perder menos.

Desenvolvemos soluções de Big Data Analytics e Inteligência Artificial para gerar mais precisão para a tomada de decisão e dar mais produtividade para os processos de marketing, compliance, prevenção contra fraudes, análises jurídicas, gestão de crédito, entre outras.

Conheça nossas soluções:

Conclusão: recapitulando sobre o conceito Data Driven

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Podemos afirmar sem hesitação que data driven é o futuro da gestão das empresas. Com o avanço da tecnologia, coletar, analisar e interpretar dados para transformá-los em conhecimento estratégico significa estar um passo à frente dos concorrentes que ainda resistem a essa transformação.

Mas o caminho a uma cultura orientada a dados não é tão simples: é preciso capacitar todos os agentes da empresa, contar com profissionais qualificados  para otimizar o uso dessas informações e utilizar  as ferramentas adequadas para tomar melhores decisões, aumentar a capacidade preditiva e dar mais autonomia aos processos internos. 

E tudo isso passa pela implementação de um cultura data driven. Quer entender na prática as vantagens de ser uma empresa orientada por  dados? 

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Se a sua empresa precisa orientar seus processos a dados e implantar soluções que a auxiliem a se tornar data driven, entre em contato com nossos especialistas e veja como as ferramentas da Neoway podem ajudar o seu negócio a crescer!