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Como implementar a análise preliminar de risco nas empresas

SCROLL DOWN

A análise preliminar de risco é fundamental para a antecipação de problemas nas empresas. Por meio dela, as empresas têm condições de realizar uma gestão eficiente de riscos com identificação, avaliação e planejamento de ações preditivas. Como consequência, é possível economizar recursos financeiros e promover um ambiente de trabalho mais seguro.

No artigo de hoje, veja o que é a análise preliminar de risco, qual sua importância para os negócios e os principais objetivos, além de entender como aplicá-la em sua empresa, continue a leitura.

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O que é a análise preliminar de risco (APR)?

Análise preliminar de risco (APR) é um método que visa levantar, identificar e avaliar ameaças e vulnerabilidades de um negócio. Esses pontos podem estar relacionados a atividades, processos, operações, negociações ou até mesmo à segurança no trabalho. 

Como consequência, evita complicações jurídicas, administrativas, financeiras, fiscais, reputacionais ou patrimoniais. Para instituições financeiras, por exemplo, que possuem uma série de obrigações relacionadas a compliance, a APR representa a possibilidade de minimizar qualquer tipo de risco que possa gerar danos, sejam eles financeiros ou reputacionais.

O mesmo vale na construção civil, quando é feito o mapeamento de atividades, reduzindo riscos para o meio ambiente, aos trabalhadores e ao maquinário da organização. Nessa etapa, realizada antes do início de projetos, é possível prever potenciais problemas e implementar medidas adequadas para mitigá-los.

Qual é a importância da análise preliminar de risco?

A análise preliminar de risco permite especificar, em índices quantitativos e qualitativos, todos os possíveis riscos e áreas problemáticas. Consequentemente, são planejados e colocados em prática planos para enfrentar esses potenciais desafios. 

Em outras palavras, leva em conta a probabilidade de ocorrência de acidentes, fraudes e outros pontos de fragilidade nas operações. Por meio de sua implementação, é possível apontar medidas necessárias para controlar riscos e tomar decisões estratégicas que não comprometam o negócio.

Seu principal objetivo é a elaboração de um plano de mitigação de riscos, essencial para todas as empresas. 

Em quais setores essa prática é comum?

A análise preliminar de risco é aplicada em diversos setores. Vejamos alguns exemplos:

  • Instituições financeiras: análise de risco de fraude e diligência prévia;
  • Construção civil: análise de risco de acidentes;
  • Saúde: análise de riscos de procedimentos e substâncias;
  • Transporte: análise de riscos de carregamento de cargas, mercadorias pesadas e translado de passageiros.

Como implementar a análise preliminar de risco nas empresas

Identificação de riscos

A identificação de riscos é característico de uma atividade específica. Portanto, pode ser variável. 

No compliance bancário, boa parte deles são relacionados a stakeholders, como clientes, fornecedores e parceiros, com o intuito de evitar ilegalidades como fraudes, lavagem de dinheiro, sonegação de impostos e violação de dados. 

Já na construção civil, para citar outro exemplo, os riscos podem ser relacionados a maquinário, produtos químicos e danos ao meio ambiente.

Avaliação de probabilidade

A seguir, é realizada uma avaliação de probabilidade. Isso quer dizer que é feito um cálculo para prever quais são os problemas com maior e menor chance de ocorrer. Esse registro é muito importante para a composição de ações preventivas.

Análise de impacto

A análise de impacto é simplesmente a hierarquização das consequências de cada risco. Afinal, alguns deles podem ter efeitos catastróficos, enquanto outros geram problemas mais brandos. Tal prática, juntamente com a avaliação de probabilidade, auxilia na priorização de ações, que serão descritas no tópico a seguir. 

Definição de práticas preventivas e corretivas

A etapa de definição de práticas preventivas e corretivas é, possivelmente, a mais importante de toda a análise preliminar de risco. É o momento em que é criado um plano de ações para evitar que as ameaças se tornem realidade. 

Nesse documento também são apontados elementos – envolvidos e suas responsabilidades –, processos preventivos, equipamentos de segurança, metodologias, ferramentas, prazos e qualquer outro item para que tudo ocorra conforme o planejado.

Em casos em que já há um projeto em andamento, são listadas também as necessidades de correção.

Implementação

É chegada a hora de implementar todas as ações descritas na etapa anterior. Com as informações adquiridas e documentadas, é possível executar o plano de ações. 

Normalmente, é dada prioridade às atividades com maior probabilidade de ocorrência e maior impacto. A seguir, é seguida uma lógica decrescente, até que todos os riscos sejam reduzidos.

Treinamento para conscientização

As práticas de mitigação de riscos não são ações pontuais. Elas devem partir de um processo de conscientização de todos os colaboradores e parceiros da empresa. Ou seja, é preciso estabelecer coletivamente uma cultura preventiva. 

Isso ocorre por meio de treinamentos, palestras, aulas, eventos e incentivo contínuo a práticas de transparência. Muitas vezes são criados códigos de conduta e canais de denúncia internos para alimentar ainda mais esse tipo de hábito.

Monitoramento e revisão

É um grande erro acreditar que a análise preliminar de risco deve ser realizada somente uma vez. Essa etapa deve ser um processo contínuo, dinâmico e corretivo. Assim, é preciso monitorar a situação periodicamente, pois novos riscos podem surgir.

Ações de KYC devem começar no onboarding para a análise preliminar de risco

A política de Know Your Customer (KYC) é uma medida obrigatória para todas as empresas que precisam cumprir regulamentos internacionais ao combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, o chamado PLD/FT. No entanto, essa análise preliminar de risco está diretamente ligada a bancos e outras instituições financeiras, que devem ter ações claras e precisas de identificação do cliente logo na primeira etapa do relacionamento, ou seja, antes da sua completa ativação.

O KYC tem como objetivo principal reduzir os riscos das instituições serem intermediadoras ou vítimas de práticas ilícitas. Isso porque, além de analisar a reputação do cliente, o KYC também facilita a comunicação de operações e situações suspeitas aos órgãos de fiscalização e controle, mostrando a isenção da organização e ajudando o poder público a barrar a lavagem de dinheiro e fraudes e outras condutas ilegais.

Não estar em compliance com as regulações de PLD/FT pode acarretar danos à reputação e grandes perdas financeiras às empresas. Por isso, os investimentos para se manter de acordo com as leis têm sido prioridade, especialmente para bancos e outros instituições do ramo financeiro.

Uma das primeiras ações para uma boa análise preliminar de risco é saber se o possível cliente realmente é quem diz ser. Então, é preciso executar o KYC logo no onboarding, com uma verificação de identidade por meio de documentos originais, como: RG, CNH, Carteira de Trabalho, Carteira Profissional (OAB, CREA, CFM, etc.) ou até passaporte.

Em alguns setores, esse processo ainda é desenvolvido de forma manual e analógica. Mas, com a digitalização dos bancos e em tempos de Customer Experience, já é imprescindível contar com um onboarding digital. Dessa forma, todo o processo de adesão, formalização e aprovação do cliente é feito por meio da internet – de forma geral pelo aplicativo da instituição.

Ao estabelecer o onboarding digital para análise preliminar de risco, a empresa ganha mais precisão na conferência da identidade, tendo certeza de que ele é verdadeira – no Brasil, sete em cada dez negócios online registraram aumento de prejuízos com fraudes, inclusive de identidade, aponta pesquisa global da Experian.

Para evitar esses problemas, no cadastro digital, pode-se, por exemplo, autenticar o titular do documento através do uso adicional de​ biometria, tais como o reconhecimento facial ou impressão digital. Com isso, o KYC é otimizado, pois há maior agilidade no reporte de informações entre organizações e reguladores; e o compliance e a regularização das atividades ficam garantidos.

Além da segurança, vale lembrar ainda dos ganhos em eficiência operacional, que ajudam a melhorar a experiência do cliente e são de grande importância na hora de conquistar a preferência do consumidor.

Com todo o processo online sendo mais ágil e amigável para o cliente, é possível evitar que ele busque por outra instituição concorrente. Afinal, mais de 80% dos brasileiros esperam ter seus cadastros de serviços financeiros aprovados em até quatro horas, segundo pesquisas, e consideram ainda segurança e conveniência, com procedimentos de onboarding e login facilitados, os fatores mais importantes para a escolha do online banking.

Como otimizar o onboarding e manter a empresa em compliance com o Neoway Check

Enquanto a área de onboarding foca em “cadastrar mais clientes em menos tempo”, o time de compliance precisa fazer a análise preliminar de riscos, lidando com grandes volumes de informações e documentos para cumprir as legislações específicas.

Para atender esse dilema, sem perder clientes nem a eficiência dos processos de KYC, o uso de tecnologias para evitar possíveis fraudes é fundamental para fornecer segurança e eficiência às instituições. O Big Data Analytics é uma alternativa para dar agilidade e escalar processos de KYC, onboarding automatizado e esteiras de validação.

Aliado a outras tecnologia de criptografia de dados, biometria, mecanismos de segurança em múltiplas camadas, reconhecimento de documentos por OCR, reconhecimento facial etc., a empresa pode automatizar as etapas e, em poucos segundos, realizar a verificação de documentos e a validação de novos usuários. Um exemplo deste tipo de solução é o Neoway Check, a qual veremos a seguir.

Como funciona o Neoway Check

O Neoway Check oferece APIs seguras e escaláveis, que recebem imagens de documentos e fotos e proporcionam a validação, checagem e interpretação de informações de forma automatizada e rápida. Dessa maneira, facilitam o processo de onboarding digital massificado, com objetivo de analisar e mitigar riscos.

A veracidade desses dados também é verificada pela ferramenta em questão de segundos, por meio de background check. A partir da solução, é possível identificar perfis fraudulentos, com uma garantia de cerca de 95% de acurácia.

Entenda como funciona o fluxo completo do Neoway Check:

  • Reconhecimento Facial: etapa em que é feita a checagem entre documentos de identificação, como RG e CNH, e fotos (selfie), para ver se é a mesma pessoa.
  • OCR (Optical Character Recognition): é o momento em que acontece o processo de reconhecimento óptico dos caracteres do documento e a digitalização do mesmo – seja CNH, RG ou outro.
  • Documentoscopia: é quando ocorre a análise forense do documento e também a validação do layout. Ex: só em se tratando de RG, existem cerca de 80 tipos no país, assim como brasões (mais de 100) ou órgãos emissores (cerca de 360). Quando o documento é válido, é feita a extração das informações como nome, data de nascimento, etc.
  • Background check: a partir dos dados obtidos do documento são feitas checagens na base da Neoway (PJ/PF) e quaisquer outras fontes que o cliente desejar.
  • Informações retornadas rapidamente: em poucos segundos as informações requisitadas são disponibilizadas na interface do cliente, o que permite uma tomada de decisão mais eficiente – seja ela aprovar, derivar para análise humana (inspeção visual), pendenciar ou reprovar.

Com o Neoway Check as empresas podem contar com uma identificação de cliente mais crítica e segura sem perder a agilidade e a conveniência para a boa experiência ao usuário no onboarding digital.

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Por 

Neoway

A Neoway é a maior empresa da América Latina de Big Data Analytics e Inteligência Artificial para negócios. Fundada em 2002, em Florianópolis, lançou a sua plataforma SaaS em 2012, e, hoje, está presente em todo o Brasil.

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